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	<title>Comments on: Recursos sobre RIA´s para Escolas e Faculdades</title>
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	<description>João Gonçalves, Interactive Developer, Web Developer, Web Designer, Adobe Certified Expert, Adobe Certified Instructor</description>
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		<title>By: joao</title>
		<link>http://www.joaogoncalves.net/blog/lang/en-en/2008/05/28/recursos-sobre-ria%c2%b4s-para-escolas-e-faculdades/comment-page-1/#comment-64</link>
		<dc:creator>joao</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 May 2008 00:00:32 +0000</pubDate>
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		<description>Excelente análise Mário, talvez não me tenha exprimido da melhor forma na resposta ao Francisco, quando fiz referência ao meu post sobre &lt;a href=&#039;http://www.joaogoncalves.net/blog/?p=298&#039; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;Natural Interaction&lt;/a&gt; tentei passar a ideia que acabaste de expor e com a qual concordo inteiramente.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Excelente análise Mário, talvez não me tenha exprimido da melhor forma na resposta ao Francisco, quando fiz referência ao meu post sobre <a href='http://www.joaogoncalves.net/blog/?p=298' rel="nofollow">Natural Interaction</a> tentei passar a ideia que acabaste de expor e com a qual concordo inteiramente.</p>
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		<title>By: Mário Pinto</title>
		<link>http://www.joaogoncalves.net/blog/lang/en-en/2008/05/28/recursos-sobre-ria%c2%b4s-para-escolas-e-faculdades/comment-page-1/#comment-63</link>
		<dc:creator>Mário Pinto</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 May 2008 18:08:43 +0000</pubDate>
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		<description>Olá João,
Eu penso que aliado à problemática da ligação entre o Developer e o Designer no desenvolvimento de uma RIA, está o &quot;autismo&quot; de muitos designers, developers e interaction designers, ao não analisarem e compreenderem as pessoas e as suas práticas. Existe desde à muito tempo a crença de que o Designer, o Developer ou o Interaction Designer são seres dotados de uma omni- inteligência, concebendo produtos bastante complexos e que o resto do pessoal tem que digerir resmas de manuais, assumir comportamentos bizarros e sem significado, por forma a interagir  com &quot;Criação&quot; do &quot;Artista&quot;.
Ainda é esta a mentalidade reinante no mundo da HCI, que apenas está vocacionada para responder aos desafios de uma ultrapassada Era Industrial, em que o ser humano é visto como uma máquina que tem como funcionalidade trabalhar e não pensar e criar. 
Com o advento da Era do Conhecimento, em que o ser humano é mais respeitado e visto como um ser criativo, expressivo, e social as coisas começaram aos poucos a mudar. 
Hoje já se começa a falar mais em CHI (computer-human Interaction) e não em HCI - afinal é a máquina que se tem que adoptar a nós e não nós à máquina. Os Behaviors a serem desenhados são os das máquinas e dos softwares, e já não os das pessoas. Assim, os estudos sobre as pessoas e as suas experiências, revela-se de extrema importância no desenvolvimento de software (User Experience), sendo que o desenvolvimento de  aplicações para tarefas rotineiras e standards (Era Industrial)é completamente diferente do desenvolvimento de aplicações para actividades mais complexas que exigem mais raciocínio e criatividade e que se devem considerar não só os factores físicos, mas também os factores psicológicos, sociais, culturais e económicos.    
Por outro lado, o mundo dos átomos e dos bits interage cada vez mais (Mixed &amp; Augmented Reality, Ubiquitous &amp; Pervasive Computing, Ambient Intelligence) e assim, surgem novos actores na área da Interaction Design: Sociólogos, Psicólogos, Arquitectos, Artistas, Antropólogos, Linguistas, e até Estilistas. 
Por isso, focalizar apenas nos designers, developers e interaction designers como principais actores no desenvolvimento de aplicações para o mundo da Web 2.0 ou 3.0, ou 69.0, é bastante redutor!
Não sei se já repararam, a Web está nos computadores mas também vai estar cada vez mais nas coisas que nos rodeiam - até já se fala em programar átomos!
Assim, a forma como vejo as coisas, o &quot;verdadeiro&quot; interaction designer é aquele que tem consegue compreender as pessoas nas suas actividades e participa juntamente com outros (designers, Engenheiros, developers, arquitectos, psicologos, antropólogos, artistas, etc.) na elaboração aplicações  dirigidas às pessoas na suas actividades.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá João,<br />
Eu penso que aliado à problemática da ligação entre o Developer e o Designer no desenvolvimento de uma RIA, está o &#8220;autismo&#8221; de muitos designers, developers e interaction designers, ao não analisarem e compreenderem as pessoas e as suas práticas. Existe desde à muito tempo a crença de que o Designer, o Developer ou o Interaction Designer são seres dotados de uma omni- inteligência, concebendo produtos bastante complexos e que o resto do pessoal tem que digerir resmas de manuais, assumir comportamentos bizarros e sem significado, por forma a interagir  com &#8220;Criação&#8221; do &#8220;Artista&#8221;.<br />
Ainda é esta a mentalidade reinante no mundo da HCI, que apenas está vocacionada para responder aos desafios de uma ultrapassada Era Industrial, em que o ser humano é visto como uma máquina que tem como funcionalidade trabalhar e não pensar e criar.<br />
Com o advento da Era do Conhecimento, em que o ser humano é mais respeitado e visto como um ser criativo, expressivo, e social as coisas começaram aos poucos a mudar.<br />
Hoje já se começa a falar mais em CHI (computer-human Interaction) e não em HCI &#8211; afinal é a máquina que se tem que adoptar a nós e não nós à máquina. Os Behaviors a serem desenhados são os das máquinas e dos softwares, e já não os das pessoas. Assim, os estudos sobre as pessoas e as suas experiências, revela-se de extrema importância no desenvolvimento de software (User Experience), sendo que o desenvolvimento de  aplicações para tarefas rotineiras e standards (Era Industrial)é completamente diferente do desenvolvimento de aplicações para actividades mais complexas que exigem mais raciocínio e criatividade e que se devem considerar não só os factores físicos, mas também os factores psicológicos, sociais, culturais e económicos.<br />
Por outro lado, o mundo dos átomos e dos bits interage cada vez mais (Mixed &amp; Augmented Reality, Ubiquitous &amp; Pervasive Computing, Ambient Intelligence) e assim, surgem novos actores na área da Interaction Design: Sociólogos, Psicólogos, Arquitectos, Artistas, Antropólogos, Linguistas, e até Estilistas.<br />
Por isso, focalizar apenas nos designers, developers e interaction designers como principais actores no desenvolvimento de aplicações para o mundo da Web 2.0 ou 3.0, ou 69.0, é bastante redutor!<br />
Não sei se já repararam, a Web está nos computadores mas também vai estar cada vez mais nas coisas que nos rodeiam &#8211; até já se fala em programar átomos!<br />
Assim, a forma como vejo as coisas, o &#8220;verdadeiro&#8221; interaction designer é aquele que tem consegue compreender as pessoas nas suas actividades e participa juntamente com outros (designers, Engenheiros, developers, arquitectos, psicologos, antropólogos, artistas, etc.) na elaboração aplicações  dirigidas às pessoas na suas actividades.</p>
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		<title>By: joao</title>
		<link>http://www.joaogoncalves.net/blog/lang/en-en/2008/05/28/recursos-sobre-ria%c2%b4s-para-escolas-e-faculdades/comment-page-1/#comment-61</link>
		<dc:creator>joao</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 May 2008 23:04:51 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.joaogoncalves.net/blog/?p=308#comment-61</guid>
		<description>Olá Francisco,
Desde já agradeço a sua participação com o seu comentário.
A função do Designer gráfico é totalmente diferente da do Interaction Designer o que não impossibilita que a mesma pessoa faça ambas as funções, o Interaction Designer deve conceber a parte da Aplicação que irá comunicar com o utilizador, ou se quiser é o responsável pela concepção das &quot;Behaviors&quot; da Aplicação, o Designer gráfico ou Criativo, deve pegar nessas funcionalidades e conceber a Interface Gráfica de acordo com o estabelecido pelo Interaction Designer, assim como,o Developer irá desenvolver a aplicação de acordo com as sua &quot;Behaviors&quot;.
Resumindo ambos os lados tem que &quot;encaixar&quot; um no outro, quando diz que teremos que criar profissionais &quot;hibridos&quot;, ora bem um Interaction Designer terá que obrigatoriamente ter conhecimentos do lado do Designer assim como do lado do Developer.
Não sei se ajuda mas o meu post sobre Natural Interaction tambem tem algumas referências a este assunto que poderá ajudar.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Francisco,<br />
Desde já agradeço a sua participação com o seu comentário.<br />
A função do Designer gráfico é totalmente diferente da do Interaction Designer o que não impossibilita que a mesma pessoa faça ambas as funções, o Interaction Designer deve conceber a parte da Aplicação que irá comunicar com o utilizador, ou se quiser é o responsável pela concepção das &#8220;Behaviors&#8221; da Aplicação, o Designer gráfico ou Criativo, deve pegar nessas funcionalidades e conceber a Interface Gráfica de acordo com o estabelecido pelo Interaction Designer, assim como,o Developer irá desenvolver a aplicação de acordo com as sua &#8220;Behaviors&#8221;.<br />
Resumindo ambos os lados tem que &#8220;encaixar&#8221; um no outro, quando diz que teremos que criar profissionais &#8220;hibridos&#8221;, ora bem um Interaction Designer terá que obrigatoriamente ter conhecimentos do lado do Designer assim como do lado do Developer.<br />
Não sei se ajuda mas o meu post sobre Natural Interaction tambem tem algumas referências a este assunto que poderá ajudar.</p>
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		<title>By: Francisco</title>
		<link>http://www.joaogoncalves.net/blog/lang/en-en/2008/05/28/recursos-sobre-ria%c2%b4s-para-escolas-e-faculdades/comment-page-1/#comment-60</link>
		<dc:creator>Francisco</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 May 2008 18:57:43 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.joaogoncalves.net/blog/?p=308#comment-60</guid>
		<description>Não entendo uma das problemáticas base de todo este processo. 
Afinal de contas queremos designers a capazes de comunicar com programadores e vice-versa, ou queremos criar toda uma linha profissional  de &quot;hibridos&quot; que faça a ponte entre os dois anteriores?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não entendo uma das problemáticas base de todo este processo.<br />
Afinal de contas queremos designers a capazes de comunicar com programadores e vice-versa, ou queremos criar toda uma linha profissional  de &#8220;hibridos&#8221; que faça a ponte entre os dois anteriores?</p>
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	<item>
		<title>By: Ricardo Castelhano aka Grettir</title>
		<link>http://www.joaogoncalves.net/blog/lang/en-en/2008/05/28/recursos-sobre-ria%c2%b4s-para-escolas-e-faculdades/comment-page-1/#comment-59</link>
		<dc:creator>Ricardo Castelhano aka Grettir</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 May 2008 17:33:07 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.joaogoncalves.net/blog/?p=308#comment-59</guid>
		<description>Ui, como tu andas !!! 
Apoiado !!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ui, como tu andas !!!<br />
Apoiado !!</p>
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